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sexta-feira, 8 de setembro de 2017

NOTÍCIA RUIM PARA O VATICANO: CATÓLICOS DEIXARÃO DE SER MAIORIA NO BRASIL EM 2030, PREVÊ ESPECIALISTA, PARA 2040, A EXPECTATIVA É DE QUE CATÓLICOS E EVANGÉLICOS ESTEJAM EMPATADOS


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Os últimos 20 anos representam para o quadro das religiões no Brasil o período de maior transformação. Desde 1872, ano do primeiro levantamento considerado na série histórica, os católicos representavam quase a totalidade da população, com mais de 90% de seguidores. Dados do IBGE mostram que, a partir de 1970, 
o catolicismo começou a não acompanhar o ritmo de crescimento da população, ao mesmo tempo em que correntes evangélicas se expandiam à medida que cresciam periferias e formavam-se novos municípios. A partir de 1991, esse processo se deu de forma mais acelerada, a ponto de, na última década, ser registrada a primeira perda real – em números totais – de católicos no Brasil.
Pesquisadores acreditam que, até 2030, as filiações católicas serão menos de 50% da população brasileira. Em 2040, pelas projeções, católicos e evangélicos estariam empatados. A notícia é ruim para o Vaticano, afinal, a tendência brasileira de pluralidade implica, necessariamente, em perda de poder da Igreja. O Brasil ainda é, atualmente, o único entre os 10 países mais populosos do mundo com nação majoritariamente católica. 
O estudo chega à seguinte conclusão: “Apenas pelo efeito da inércia demográfica haverá crescimento da população evangélica. Se ainda houver atração de fiéis de outras denominações, o crescimento será maior ainda. O fato de haver maior presença entre mulheres e jovens pode ser uma vantagem comparativa dos evangélicos no Brasil”, diz um trecho da análise assinada pelos pesquisadores.

Católicos em queda – O primeiro censo feito no século XXI mostrou que a religião católica não acresceu e perdeu fiéis pela primeira vez. Cerca de 1,7 milhão de pessoas deixaram esse segmento religioso. E é como se os cerca de 21 milhões de acréscimo demográfico tivessem optado por outras correntes. Mesmo na área rural, onde os católicos têm peso, houve perdas em números absolutos, enquanto cresceu a quantidade de evangélicos.
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